Rita Saúde

Massas, saudável ou não?
23 de abril - 5 min
A massa continua a ser um dos alimentos mais falados quando o tema é peso e saúde metabólica. Na minha prática clínica, ao longo dos anos, fui percebendo uma co...

Massas, saudável ou não?

A massa continua a ser um dos alimentos mais falados quando o tema é peso e saúde metabólica. Na minha prática clínica, ao longo dos anos, fui percebendo uma coisa muito clara: o problema raramente está no alimento em si. Está na forma como o usamos, nas escolhas que fazemos todos os dias e no contexto em que o integramos.

Não é a massa que define o resultado. É o padrão. E quando este padrão é bem construído, a massa pode perfeitamente fazer parte de uma alimentação equilibrada, sem culpa, sem medo e com estratégia.

Valor nutricional

A massa é uma fonte de hidratos de carbono complexos, essencialmente sob a forma de amido. Mas nem todas as massas são iguais, e esta diferença faz toda a diferença no organismo.

Há três fatores-chave que devem ser considerados: o grau de refinação, a composição e o nível de processamento.

Quando escolhemos massa integral, estamos a optar por um alimento mais completo, com mais fibra, mais micronutrientes e uma digestão mais lenta. Isso traduz-se numa resposta glicémica mais estável e numa maior sensação de saciedade (1,2).

Quando optamos por massas de leguminosas, como lentilha ou grão-de-bico, aumentamos ainda mais o teor de proteína e fibra, o que é extremamente interessante em contexto de controlo de peso e saúde metabólica (1,3).

Por outro lado, as massas refinadas são absorvidas mais rapidamente, elevam a glicemia de forma mais acentuada e, quando consumidas de forma frequente e desajustada, podem contribuir para desequilíbrios metabólicos (4,5).

Massas: as melhores

Massas mais interessantes do ponto de vista nutricional são a massa integral de trigo duro, as massas de leguminosas, as massas de espelta ou de variedades antigas e aquelas que realmente incorporam vegetais (1,3).

Como cozinhar

Outro detalhe importante, muitas vezes esquecido, é o ponto de cozedura. A massa al dente é metabolicamente diferente de uma massa demasiado cozida.

Quando a massa é demasiado cozida, o amido torna-se mais facilmente digerível. Isto significa que a glicose entra mais rapidamente na corrente sanguínea, há um pico mais acentuado de insulina e, mais tarde, uma descida mais rápida de energia (4).

Este ciclo pode aumentar a fome, reduzir a saciedade e, ao longo do tempo, facilitar o ganho de peso (5).

Quando a massa é cozinhada al dente, a digestão é mais lenta, a libertação de glicose é mais gradual e o organismo responde de forma mais equilibrada (4,5).

Não é apenas um detalhe culinário. É fisiologia. Combinar bem é tão importante como escolher bem

Massas: as piores

Menos favoráveis são as massas brancas refinadas, as massas demasiado cozidas, as versões instantâneas e os pratos onde a massa aparece acompanhada por molhos ricos em natas, queijos processados e excesso de gordura (6).

Combinações: melhores e piores

Uma das situações que mais vejo em consulta é a massa ser consumida isoladamente ou mal combinada.

Quando juntamos proteína, como frango, peixe, ovos ou até tofu, quando acrescentamos vegetais ricos em fibra como brócolos, curgete, espinafres ou tomate, e quando incluímos gordura de qualidade como azeite, estamos a transformar completamente o impacto daquela refeição (1,2).

A glicemia sobe menos, a saciedade aumenta, a energia mantém-se estável e a probabilidade de comer em excesso mais tarde diminui (5).

Quando acontece o contrário, massa com molhos pesados, queijo em excesso, carnes processadas, o resultado também é o oposto (6).

Quando comer massa

A massa pode ser uma excelente aliada, especialmente em momentos em que o corpo precisa de energia (7).

Antes ou depois de exercício físico, ao almoço num dia exigente, em fases em que há maior necessidade energética.

À noite, em contexto mais sedentário, pode não ser a melhor escolha, sobretudo se já houve um consumo elevado de hidratos ao longo do dia.

E há um ponto importante: quando a massa é consumida sozinha, sem proteína nem fibra, o impacto metabólico é sempre menos favorável (5).

Massa e objetivos específicos

Para quem pratica exercício, a massa ajuda na reposição de glicogénio e no suporte energético (7).

Para quem quer perder peso, não precisa de ser excluída. Precisa de ser bem escolhida, bem doseada e bem combinada.

Para a saúde intestinal, versões integrais e o simples ato de deixar a massa arrefecer após cozedura podem ter benefícios. Esse arrefecimento aumenta o teor de amido resistente, que funciona como substrato para a microbiota intestinal e está associado à produção de ácidos gordos de cadeia curta com efeitos positivos (8,9,16).

Massa engorda ou não?

Esta é provavelmente a pergunta que mais ouço.

A resposta é simples, mas exige contexto: a massa, por si só, não engorda.

O que leva ao aumento de peso é um padrão alimentar em que existe ingestão energética superior ao gasto, de forma consistente (10).

A massa pode contribuir para esse excesso, claro. Sobretudo quando aparece em grandes quantidades, associada a molhos calóricos, consumida de forma frequente e sem equilíbrio nutricional.

Mas também pode fazer exatamente o contrário.

Quando escolho uma massa integral, quando ajusto a quantidade, quando combino com proteína, vegetais e gordura de qualidade, estou a criar uma refeição saciante, equilibrada e metabolicamente estável (1,2).

Do ponto de vista fisiológico, refeições com elevada carga glicémica promovem picos de glicose e insulina. Estes picos, quando repetidos, estão associados a maior fome, maior ingestão alimentar e maior probabilidade de acumulação de gordura (4,5).

Por isso, a questão não é se a massa engorda. A questão é como, quando e com que frequência é consumida.

E é aqui que está o poder da nutrição. Na estratégia, não na exclusão.

Ler o rótulo

Quando escolho massa, procuro simplicidade. Farinha 100 por cento integral, lista de ingredientes curta, boa quantidade de fibra (1).

Evito produtos com farinha refinada como primeiro ingrediente, com açúcares adicionados, gorduras hidrogenadas e listas longas de aditivos (6).

Alguns aditivos como certos emulsificantes, corantes artificiais e conservantes devem ser criteriosamente avaliados, sobretudo em produtos ultraprocessados (6).

Comparação nutricional com outras fontes de hidratos de carbono

Valores médios por 100 g cozinhados

Massa branca: 120 a 160 kcal

Massa integral: 110 a 150 kcal

Batata cozida: 70 a 90 kcal

Batata doce cozida: 80 a 100 kcal

Arroz branco: 120 a 140 kcal

Arroz integral: 110 a 130 kcal

Quinoa: 110 a 130 kcal

Leguminosas como feijão, grão e lentilhas: 110 a 140 kcal (11,14,15)

A batata tem menos calorias por ter mais água. Mas não é só sobre calorias. É sobre saciedade, resposta glicémica e comportamento alimentar ao longo do dia (2,12).

Fisiologia do aumento de peso

Para manutenção de peso e alimentação equilibrada

Uma dose habitual situa-se entre 60 a 80 g de massa crua por refeição

Corresponde aproximadamente a 180 a 240 g depois de cozinhada (13)

Para perda de peso

Ajusto frequentemente para 50 a 70 g de massa crua

Sempre com reforço de proteína e vegetais para aumentar saciedade

Para maior necessidade energética ou prática desportiva

Pode subir para 80 a 100 g de massa crua, dependendo da intensidade e frequência do exercício (7,13)

A massa nunca deve ocupar o prato todo. Uma estrutura simples e eficaz que uso muito é esta

Metade do prato com vegetais

Um quarto com proteína

Um quarto com massa

Isto permite controlar a carga glicémica, aumentar saciedade e melhorar a resposta metabólica da refeição (5,12).

A forma como a massa é integrada na refeição pode fazer com que 60 g sejam adequados ou claramente excessivos

Se for massa com legumes, azeite e uma boa fonte de proteína, essa dose é equilibrada

Se for massa com natas, queijo e pouca fibra, a mesma quantidade já tem um impacto completamente diferente

Se após a refeição há fome em 1 a 2 horas, a dose ou a combinação não estão bem ajustadas

Se há saciedade estável durante várias horas, estamos no ponto certo

No fundo, “dose ideal” não é um número fixo: é a quantidade que permite energia estável, saciedade e alinhamento com o objetivo, sem gerar picos e quedas ao longo do dia. O aumento de peso não acontece por um alimento isolado. Acontece quando existe excesso calórico, associado a respostas glicémicas frequentes, a picos de insulina e a baixa saciedade. Quando este padrão se repete, o organismo adapta-se e aumenta a probabilidade de acumulação de gordura (4,5,10).

Conclusão

A ciência é clara. A qualidade dos hidratos de carbono importa (12).

A massa não é inimiga. Também não é solução por si só. É uma ferramenta.

Quando bem escolhida, bem preparada e integrada num padrão alimentar estruturado, pode fazer parte de uma alimentação saudável, equilibrada e sustentável.

Não precisamos de excluir. Precisamos de compreender. E quando compreendemos, conseguimos escolher melhor, com mais consciência, mais tranquilidade e mais resultados.

Referências bibliográficas

1. Slavin, J. (2013). Fiber and prebiotics: Mechanisms and health benefits. Nutrients, 5(4), 1417–1435.

2. Fardet, A. (2016). Minimally processed foods and satiety. Nutrition Research Reviews, 29(2), 1–15.

3. Mudryj, A. N., Yu, N., & Aukema, H. M. (2014). Nutritional and health benefits of pulses. Applied Physiology, Nutrition, and Metabolism, 39(11), 1197–1204.

4. Jenkins, D. J. A., Wolever, T. M. S., Taylor, R. H., Barker, H., Fielden, H., Baldwin, J. M., et al. (1981). Glycemic index of foods: A physiological basis for carbohydrate exchange. The American Journal of Clinical Nutrition, 34(3), 362–366.

5. Augustin, L. S. A., Kendall, C. W. C., Jenkins, D. J. A., Willett, W. C., Astrup, A., Barclay, A. W., et al. (2015). Glycemic index, glycemic load and glycemic response. Nutrition, Metabolism and Cardiovascular Diseases, 25(9), 795–815.

6. Monteiro, C. A., Cannon, G., Levy, R. B., Moubarac, J. C., Louzada, M. L. C., & Jaime, P. C. (2019). Ultra-processed foods and health: A review. Public Health Nutrition, 22(5), 936–941.

7. Thomas, D. T., Erdman, K. A., & Burke, L. M. (2016). Position of the Academy of Nutrition and Dietetics: Nutrition and athletic performance. Medicine & Science in Sports & Exercise, 48(3), 543–568.

8. Birt, D. F., Boylston, T., Hendrich, S., Jane, J. L., Hollis, J., Li, L., et al. (2013). Resistant starch: Promise for improving human health. Advances in Nutrition, 4(6), 587–601.

9. Sajilata, M. G., Singhal, R. S., & Kulkarni, P. R. (2006). Resistant starch: A review. Comprehensive Reviews in Food Science and Food Safety, 5(1), 1–17.

10. Hall, K. D., Heymsfield, S. B., Kemnitz, J. W., Klein, S., Schoeller, D. A., & Speakman, J. R. (2012). Energy balance and its components: Implications for body weight regulation. The Lancet, 378(9793), 826–837.

11. U.S. Department of Agriculture. (2020). FoodData Central.

12. Reynolds, A., Mann, J., Cummings, J., Winter, N., Mete, E., & Te Morenga, L. (2019). Carbohydrate quality and human health: A series of systematic reviews and meta-analyses. The Lancet, 393(10170), 434–445.

13. EFSA Panel on Dietetic Products, Nutrition and Allergies. (2017). Dietary reference values for carbohydrates. EFSA Journal.

14. FAO. (2013). Food energy – methods of analysis and conversion factors. Food and Agriculture Organization.

15. Atwater, W. O., & Bryant, A. P. (1900). The chemical composition of American food materials. USDA.

16. Cummings, J. H., & Macfarlane, G. T. (1991). The control and consequences of bacterial fermentation in the human colon. Journal of Applied Bacteriology, 70(6), 443–459.


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Dia Mundial do café

Benefícios
Estímulo cognitivo: ↑ atenção, memória de curto prazo e tempo de
reação (antagonismo da adenosina)
Performance física: efeito ergogénico → ↑ resistência e ↓ perceção de esforço
Metabolismo: ligeiro ↑ da termogénese e oxidação lipídica
Saúde metabólica: associação com ↓ risco de diabetes tipo 2
Neuroproteção: ↓ risco de doença de Parkinson e Alzheimer
Fígado: efeito protetor (↓ risco de esteatose, cirrose e carcinoma
hepatocelular)
Antioxidantes: fonte relevante de polifenóis (ácidos clorogénicos)

Quando pode fazer mal
Excesso de cafeína: ansiedade, tremor, irritabilidade
Sono: insónia (meia-vida 4–6h; pode afetar até 6–8h depois)
Cardiovascular: ↑ transitório da pressão arterial; palpitações em sensíveis
Gastrointestinal: pode agravar refluxo, gastrite e dispepsia
Gravidez: risco dose-dependente → limitar ingestão
Dependência: cefaleias e fadiga na abstinência

Mitos
• “Desidrata” → Falso em consumidores habituais
• “Faz sempre mal ao coração” → Consumo moderado é seguro
• “Em jejum faz mal a todos” → Resposta individual
• “Descafeinado não tem efeito” → Mantém compostos bioativos
• “Quanto mais forte, mais cafeína” → Depende da extração e não só do sabor

Quantidade recomendada
Adultos saudáveis: 200–400 mg cafeína/dia (~2–4 cafés expresso)
Grávidas: ≤200 mg/dia
Sensíveis à cafeína / ansiedade / insónia: individualizar
(frequentemente <200 mg)

1 expresso ≈ 60–80 mg cafeína

Dica prática
Melhor janela: manhã (≈9h30–11h)
Evitar: final do dia (impacto no sono)
Pré-treino: 30–60 min antes

Referências
1. Poole, R., et al. (2017). Coffee consumption and health: umbrella
review of meta-analyses. BMJ, 359, j5024.
2. EFSA (2015). Scientific Opinion on the safety of caffeine. EFSA
Journal, 13(5), 4102.
3. Grosso, G., et al. (2017). Coffee, caffeine, and health outcomes.
Annual Review of Nutrition, 37, 131–156.
4. Cornelis, M. C. (2019). Coffee and human health. Nutrients, 11(2), 416.
5. Ding, M., et al. (2014). Coffee and cardiovascular disease.
Circulation, 129(6), 643–659.

Snacks funcionais
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como combinar alimentos&nbsp;(baixo valor energético + alto valor nutricional) A lógica fisiológica destas combinações baseia-se em três pilares: &nbsp;• Modula...

Snacks funcionais



como combinar alimentos (baixo valor energético + alto valor nutricional)

A lógica fisiológica destas combinações baseia-se em três pilares:

 • Modulação glicémica (fibra + proteína + gordura)

 • Saciedade hormonal (GLP-1, leptina)

 • Sinergia nutricional (absorção de micronutrientes)

10 COMBINAÇÕES FUNCIONAIS (até 200 kcal)

1. Uvas + amêndoas

Porquê:

 • Uvas → polifenóis (resveratrol)

 • Amêndoas → gordura monoinsaturada + magnésio

Reduz pico glicémico e aumenta saciedade

2. Tortitas de milho + queijo fresco magro

Porquê:

 • Tortita → hidrato simples

 • Queijo → proteína + cálcio

Diminui índice glicémico e mantém massa muscular

3. Pão escuro ou tortitas de arroz integral + abacate + tomate

Porquê:

 • Fibra (pão) + gordura saudável (abacate)

 • Licopeno (tomate) melhor absorvido com gordura

Cardioprotector + anti-inflamatório

4. Maçã + manteiga de amendoim (100%)

Porquê:

 • Maçã → pectina (fibra solúvel)

 • Amendoim → gordura + proteína

Estabiliza glicemia e reduz compulsão

5. Iogurte natural + sementes de chia + frutos vermelhos

Porquê:

 • Proteína + probióticos

 • Ómega-3 + fibra (chia)

 • Antioxidantes (frutos vermelhos)

Saúde intestinal + controlo inflamatório

6. Ovo cozido + cenoura crua

Porquê:

 • Ovo → proteína completa + colina

 • Cenoura → beta-caroteno

Absorção aumentada de vitamina A com gordura do ovo

7. Kefir + cacau puro + nozes

Porquê:

 • Kefir → microbiota

 • Cacau → flavonoides

 • Nozes → ómega-3

Eixo intestino-cérebro + redução stress oxidativo

8. Banana pequena + sementes de abóbora

Porquê:

 • Banana → triptofano + potássio

 • Sementes → magnésio + zinco

Suporte neurológico + redução fadiga

9. Tosta integral + húmus

Porquê:

 • Leguminosas → proteína vegetal + fibra

 • Tahini → gordura saudável

Saciedade prolongada + estabilidade glicémica

10. Pêra + queijo magro (quantidade pequena)

Porquê:

 • Pêra → fibra

 • Queijo → proteína + gordura

Combinação clássica que reduz resposta glicémica

PRINCÍPIO-CHAVE 

Nunca comer hidratos isolados.

Combinar sempre com:

 • proteína OU

 • gordura saudável

reduz fome, melhora metabolismo e evita picos de insulina.

ERROS COMUNS

 • Fruta isolada → pico glicémico

 • Snacks “light” processados → baixa saciedade

 • Barras “fit” → frequentemente ricas em açúcar

REFERÊNCIAS (APA)

 1. Jenkins, D. J. A. et al. (2002). Glycemic index: overview. Am J Clin Nutr, 76(1), 266S–273S.

 2. Ludwig, D. S. (2002). The glycemic index. JAMA, 287(18), 2414–2423.

 3. Slavin, J. (2013). Fiber and satiety. Nutrients, 5(4), 1417–1435.

 4. Estruch, R. et al. (2018). Mediterranean diet effects. NEJM, 378, e34.

 5. Calder, P. C. (2020). Omega-3 and inflammation. Nutrients, 12(3), 1–22.

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O que dizem os meus pacientes

Uma leitura essencial para quem quer compreender a menopausa de forma clara e sem tabus. O SMART Menopausa consegue equilibrar muito bem ciência e prática, tornando temas complexos acessíveis e úteis para o dia a dia. A Drª Rita Andrade explica o que está a acontecer no corpo feminino e oferece estratégias concretas — desde alimentação a estilo de vida — que realmente fazem diferença. Mais do que um guia, é um apoio valioso para viver esta fase com mais energia, equilíbrio e confiança.

Ana Santos, 48 anos

Excelente experiência! Após uma breve conversa com a Dra. Rita Andrade e responder a algumas questões simples, recebi um plano alimentar totalmente personalizado em poucos minutos — algo que superou as minhas expectativas pela rapidez e eficiência.

O plano é claro, prático e fácil de seguir no dia a dia, com orientações ajustadas às minhas necessidades e objetivos. Nota-se um cuidado real em adaptar tudo ao meu estilo de vida, o que faz toda a diferença para manter consistência.

Ricardo Gonçalves, 37 anos

FAQS

O que é a nutrição funcional?

A nutrição funcional é uma abordagem personalizada que analisa o corpo como um todo, focando-se não apenas nos sintomas, mas nas suas causas. Considera fatores como genética, metabolismo, estilo de vida e reações alimentares individuais para criar estratégias nutricionais específicas.

Qual é a diferença entre nutrição funcional e uma dieta tradicional?

Enquanto as dietas tradicionais tendem a ser generalistas, a nutrição funcional adapta-se a cada pessoa. Não existem planos “iguais para todos”, pois cada organismo tem necessidades e respostas diferentes aos alimentos.

A nutrição funcional ajuda apenas na perda de peso?

Não. Apesar de ajudar na gestão de peso, a nutrição funcional atua também na prevenção e apoio ao tratamento de diversas condições, como problemas digestivos, hormonais, fadiga, diabetes ou doenças cardiovasculares.

Como é feito um plano alimentar em nutrição funcional?

O plano é desenvolvido de forma personalizada, tendo em conta fatores como histórico clínico, sintomas, estilo de vida, objetivos e até características genéticas. O objetivo é fornecer os nutrientes adequados para otimizar o funcionamento do organismo.

A nutrição funcional substitui medicação?

Não necessariamente. A nutrição funcional pode complementar tratamentos médicos, ajudando a melhorar o funcionamento do corpo e a reduzir sintomas de forma natural, mas deve ser integrada com acompanhamento profissional sempre que necessário.